Mãe é a que recebe e dá. Recebe de Deus um presente, o filho. De si, dá proteção, aconchego, alimento e sustento para a vida que se inicia. Antes, recebe, depois, dá. Recebe o presente e dá-lhe o que este necessita, em termos de cuidados e sustentação.
Maria recebeu do Pai do Céu o maior presente, Seu próprio Filho. Ficou honrada, e dali em diante passou a doar-se para o presente que recebeu.
Maria deu para seu filho, Jesus:
- seu útero para aconchegá-lo;
- seu sangue para alimentá-lo;
- seu coração para vesti-lo;
- seu corpo para ser sacrário.
Sacrário é o local onde se guarda o sagrado. Sagrado é aquilo que é separado e ofertado. A partir desse momento, ele pertence a Deus. O sagrado passa ser “propriedade” de Deus, independente de onde esteja. Quem recebe o que lhe é dado de presente torna-se dono do que recebeu. Eis o que Deus Pai fez com Seu filho, Jesus, quando O deu de presente a Maria.
Assim como Maria, toda mãe, de certo modo, é um “sacrário”, pois recebe de Deus algo sagrado: uma criatura que Deus acabou de moldar à sua imagem e semelhança.
Maria, além da proteção e cuidados, ofereceu todo o sangue e toda a carne que Deus assumiu. A única criatura de quem Deus recebeu algo que Ele não tivesse foi Maria: a carne e o sangue de gente. A carne e o sangue que Dele recebemos na Eucaristia.
Quando comungamos nos tornamos um excelente sacrário, em parte parecido com Maria. Mas bem diferente, porque enquanto Maria deu a carne e o sangue para Jesus, nós, Dele recebemos o sangue e carne como alimento.“Tal mãe, tal filho!” “Tal a carne da mãe, tal a do filho”. Tal o sangue de Maria, tal o de Jesus. A Eucaristia é comunhão com o Filho de Deus que recebeu sua carne da Filha predileta do Pai: Maria a mãe de Deus, a mãe de Jesus e, por graça, nossa mãe também. Ao receber a comunhão tenhamos o hábito de entrarmos no mesmo sacrário no qual que Jesus habitou por nove meses: o seio de sua mãe Maria.Quando olho para um sacrário, penso no que dentro dele, está. Quando olho para uma mãe, penso no sacrário que foi ou que está sendo. Quando olho para Maria, vejo a mãe de Deus, o sacrário de Deus. Nos sacrários de nossas igrejas, guardamos Jesus. Antes disso, Maria guardou, alimentou e amamentou Jesus. Um sacrário não feito por mãos humanas, mas pelas benditas mãos do Pai do céu.
Obrigado, mães por terem sido “nosso sacrário”. Obrigado, Maria, por ser o sacrário dos sacrários. Queremos a ti nos consagrar. E dentro de ti permanecer por toda a eternidade. Seja nosso sacrário.
Maria recebeu do Pai do Céu o maior presente, Seu próprio Filho. Ficou honrada, e dali em diante passou a doar-se para o presente que recebeu.
Maria deu para seu filho, Jesus:
- seu útero para aconchegá-lo;
- seu sangue para alimentá-lo;
- seu coração para vesti-lo;
- seu corpo para ser sacrário.
Sacrário é o local onde se guarda o sagrado. Sagrado é aquilo que é separado e ofertado. A partir desse momento, ele pertence a Deus. O sagrado passa ser “propriedade” de Deus, independente de onde esteja. Quem recebe o que lhe é dado de presente torna-se dono do que recebeu. Eis o que Deus Pai fez com Seu filho, Jesus, quando O deu de presente a Maria.
Assim como Maria, toda mãe, de certo modo, é um “sacrário”, pois recebe de Deus algo sagrado: uma criatura que Deus acabou de moldar à sua imagem e semelhança.
Maria, além da proteção e cuidados, ofereceu todo o sangue e toda a carne que Deus assumiu. A única criatura de quem Deus recebeu algo que Ele não tivesse foi Maria: a carne e o sangue de gente. A carne e o sangue que Dele recebemos na Eucaristia.
Quando comungamos nos tornamos um excelente sacrário, em parte parecido com Maria. Mas bem diferente, porque enquanto Maria deu a carne e o sangue para Jesus, nós, Dele recebemos o sangue e carne como alimento.“Tal mãe, tal filho!” “Tal a carne da mãe, tal a do filho”. Tal o sangue de Maria, tal o de Jesus. A Eucaristia é comunhão com o Filho de Deus que recebeu sua carne da Filha predileta do Pai: Maria a mãe de Deus, a mãe de Jesus e, por graça, nossa mãe também. Ao receber a comunhão tenhamos o hábito de entrarmos no mesmo sacrário no qual que Jesus habitou por nove meses: o seio de sua mãe Maria.Quando olho para um sacrário, penso no que dentro dele, está. Quando olho para uma mãe, penso no sacrário que foi ou que está sendo. Quando olho para Maria, vejo a mãe de Deus, o sacrário de Deus. Nos sacrários de nossas igrejas, guardamos Jesus. Antes disso, Maria guardou, alimentou e amamentou Jesus. Um sacrário não feito por mãos humanas, mas pelas benditas mãos do Pai do céu.
Obrigado, mães por terem sido “nosso sacrário”. Obrigado, Maria, por ser o sacrário dos sacrários. Queremos a ti nos consagrar. E dentro de ti permanecer por toda a eternidade. Seja nosso sacrário.
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